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08 de fevereiro, 2019 às 18:30

Rodada do campeonato em MS terá homenagem as vítimas de incêndio no Flamengo

“O futebol mundial está em luto”, afirma o vice-presidente da Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul, Marcos Tavares.

Redação

O incêndio no CT (Centro de Treinamento) do Flamengo, em Vargem Grande, zona oeste do Rio de Janeiro (RJ), não fez vítimas de Mato Grosso do Sul. A informação é do vice-presidente da FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul), Marcos Tavares.
 
Ele disse que, contudo, diante da tragédia, na rodada do Campeonato Estado deste fim de semana, 1 minuto de silêncio vai ser feito antes do início de todos os jogos. “O futebol mundial está em luto”.
 
Marcos explica que no alojamento do local conhecido como Ninho do Urubu não havia atletas-mirins de Mato Grosso do Sul, mas lembra que o Estado já enviou garotos para a base do Flamengo e de outros times do futebol nacional. “A gente só lamenta. É muito triste ver uma notícia dessas porque a gente sabe que o esporte representa esperança para estas crianças”.
 
Profissional da Educação Física, Sérgio Pavão trabalha com treinamento de futsal e futebol para crianças há pelo menos 20 anos em Campo Grande. Ele confirma que não havia meninos de Mato Grosso do Sul no alojamento que pegou fogo e que conhece adolescentes que saíram do Estado nas “peneiradas” para jogar em do Rio e do País.
 
“A gente se sente no lugar do pai. É horrível, estou muito chocado, porque a gente convive com o sonho destes meninos [jogar futebol profissional]. Para eles e as famílias, chegar e ser alojamento já é uma grande conquista”, lamenta.
 
O treinador revela que “infelizmente, alojamentos em condições precárias” são realidade em vários clubes. “Pela legislação [Lei Pelé], só a partir dos 14 anos, o jogador pode ficar em alojamento, antes disso, a família tem de estar junto. A gente quase não ouve falar dos problemas, porque só ouvimos as histórias dos que deram certo. Mas é muito comum clubes terem alojamentos fora do padrão”.
 
Pavão explica que não trabalha com seleção e “exportação” de atletas, mas conta que acompanha de perto as carreiras de muitos de seus alunos que já ascenderam. “No meu Centro de Treinamento trabalho com crianças de 8 a 12 anos, iniciando no futebol. Mas depois continuo mantendo contato com as famílias, acompanho as histórias. Um tragédia dessas choca demais a gente”.
 
Fonte: Campo Grande News
HA - LEILÃO - news
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