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Polícia 'estoura' fábrica clandestina e apreende 3 mil litros de cachaça

Duas pessoas foram presas e levados para a delegacia, assim como toda a cachaça

Publicado em 13/08/2011 07:39

Ao cumprir mandado de busca e apreensão no final da tarde desta sexta-feira (12), a Polícia Civil encontrou uma fábrica clandestina de cachaça, numa residência da rua Pedro Aragão de Souza, no bairro Senhor Divino, em Coxim.

Conforme o delegado adjunto, Amylcar Eduardo Romero, a polícia estava na busca de objetos que pertenciam a Joaquim Ramos Portes, de 58 anos, executado a tiros em maio deste ano.

Na casa de E.L.S., de 40 anos, que é ex-funcionário de Portes, onde também mora o filho, A.R.S., de 19 anos, os policiais encontraram grande quantidade de cachaça, que foi apreendida e encaminhada para perícia, que também trabalhou no local.

O delegado titular, Bruno Henrique Urban, acredita que foram apreendidos cerca de três mil litros de cachaça considerada imprópria para consumo humano. A cachaça também era vendida de forma clandestina, é o que acreditam os delegados, pois várias garrafas foram encontradas dentro de um VW Golf, com placas de Várzea Grande (MT).

Inicialmente, os moradores da residência iriam responder por crime contra a saúde pública. No entanto, numa busca mais detalhada, a Polícia Civil encontrou duas espingardas na casa, sendo de calibres 28 e 36, além de várias munições.

Os dois foram presos e levados para a delegacia, assim como toda a cachaça. Toda a ação foi acompanhada por um advogado. De acordo com Urban, o filho foi ouvido e liberado, já o pai ficou preso por não pagar fiança arbitrada em R$ 7 mil. (Edição de Notícias com Correio do Estado).

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