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Professores da rede pública param por três dias para exigir piso

Em Costa Rica as escolas municipais não aderiram à paralisação

Publicado em 14/03/2012 09:03

Professores das redes estadual e municipal de ensino de Mato Grosso do Sul prometem iniciar hoje a maior manifestação da última década. Por três dias, a categoria adere a greve nacional da educação, deixando de cerca de 510 mil estudantes sem aulas. Durante atos que vão desde reuniões, debates e passeatas, os professores vão pedir o cumprimento da Lei Federal 11.738 (Piso Nacional do Magistério, que fixa o salário de R$ 1.451 por 40 horas de jornada, medida desprezada em 46 cidades, e a aplicação de um terço de hora-atividade para o planejamento de aulas fora da sala, não cumprida pela rede estadual e outros 65 municípios sul-mato-grossenses.

O presidente da Federação dos Trabalhadores na Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), Roberto Botareli, afirmou que ao menos 85% dos professores, que dão aulas aos cerca de 600 mil alunos, no Estado, avisaram por meio de assembleias que cruzam os braços de hoje até sexta-feira.

Confirmado o cálculo, isso quer dizer que para meio milhão de alunos do ensino público a semana escolar acabou ontem. E esses três dias devem ser recompensados depois, conforme um calendário preparado pela Secretaria Estadual de Educação, representantes dos ensinos municipais e Fetems. O governador André Puccinelli (PMDB), informou que não vai cortar os dias parados dos professores, desde que as aulas sejam repostas.

"Pais e alunos podem ficar despreocupados porque as aulas serão repostas com a mesma qualidade, ninguém vai perder nada", garantiu Botareli.

Fonte: Correio do Estado

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